:: Hotelaria e Marketing ::

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

VITÓRIA - UMA CIDADE DE MUITAS OPORTUNIDADES






Vitória é a terceira capital do Brasil mais promissora profissionalmente.


O que você prioriza na carreira hoje? Remuneração, visibilidade, desafios ou qualidade de vida? A resposta para essas perguntas começa, muitas vezes, pela cidade em que você decide morar. Hoje, trabalhar em um grande centro ainda pode trazer mais projeção profissional ou um salário melhor, mas sem dúvida esses benefícios vêm em detrimento da qualidade de vida. Para escolher o que faz mais sentido para você, é fundamental conhecer as oportunidades e as limitações que cada região oferece.

O futuro econômico do Espírito Santo é incerto, devido ao fim do Fundap e à possível perda dos royalties do petróleo. Apesar de esses fantasmas assombrarem, o Estado tem se mostrado forte e, por isso, é um dos melhores locais para quem deseja fazer uma carreira feliz. Cinco municípios capixabas - Vitória, Serra, Vila Velha, Cariacica e Cachoeiro de Itapemirim, fazem parte da lista das cidades que alinham oportunidades de trabalho à qualidade de vida.

Na 11ª edição da pesquisa "100 Melhores Cidades para se Fazer Carreira", Vitória, por exemplo, é a terceira capital do Brasil mais promissora profissionalmente. Elaborado pela Fucape Business School, o estudo avalia a Educação, a Saúde e o vigor econômico de 128 municípios. Essas questões são vistas como essenciais para tornar o mercado de trabalho de uma localidade atraente. O município já segue nessa colocação por cinco anos. A Capital capixaba só fica atrás de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O melhor desempenho da cidade é na área da Saúde. A capital, segundo o coordenador da pesquisa, o professor Moisés Balassiano, é a que oferece o melhor atendimento do país. "Verificamos a quantidade de leitos e de profissionais a cada mil habitantes. E Vitória mostrou ser, proporcionalmente, a melhor cidade nesse quesito", diz o economista.

Vitória é a segunda capital brasileira com a melhor qualidade de vida, de acordo com as pesquisas da Fundação Getúlio Vargas. A capital do Espírito Santo tem a maior renda per capita entra as capitais do Brasil.

Das 27 capitais do país, Vitória é a que tem menos lixo acumulado nas ruas. O índice percentual é de 0,82 e foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (25), com base em dados do Censo 2010.

O resultado que dá a Vitória o título de capital mais limpa do Brasil está no Estudo de Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios, que foram coletadas para conhecer a infraestrutura urbana do país. O segundo lugar coube a Florianópolis (SC), que obteve o percentual de 1,69.

A publicação completa está disponível na página do IBGE e relaciona as variáveis territoriais, domiciliares e as características socioeconômicas e demográficas da população. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

DIRETORIA INCOMPETENTE - FIQUE ATENTO AOS SINAIS




Um brinde aos incompetentes!


Enquanto os competentes dedicam toda sua vida a fazer com extremo afinco e constante busca pela perfeição aquilo que se propoem a fazer, eles, os aqui chamados incompetentes, passam a vida na mediocridade (Flávio Gabriel).
O importante é que de uma forma ou de outra esses (quase) profissionais estão atrapalhando o desempenho de sua empresa e contribuindo de forma efetiva para a derrocada de seu negócio.


Enumeramos aqui alguns sinais claros de que sua empresa fez escolhas infelizes na hora de formar sua diretoria, seja por descuido, seja por nepotismo, etc... São eles:


1. Inação e descompromisso com prazos


Há sempre uma abundância de razões para adiar uma tomada decisão. Uma vez tomada a decisão, ela é constantemente revisitada, reavaliada ou posta em ‘hold‘ pela liderança – criando uma cultura de descompromisso com as decisões.
Iniciada a ação, prazos são perdidos, sem que os responsáveis se sintam obrigados a prestar contas das razões e negociar um novo prazo. O gestor que não consegue definir e manter seus prazos não está honrando seus compromissos. Descomprometida e sempre perdendo prazos, a organização fica desprovida do senso de conquistas.


2. Muitos segredos


O CEO está sempre tendo discussões confidenciais que sua equipe tem medo de compartilhar. Você tem a impressão de que cada um tem uma versão ligeiramente diferente da estratégia, dos objetivos, das iniciativas.
Pessoas que gostam de segredos têm dificuldade em ser honestas e têm medo que seus pares tenham informação para cobrá-las. Segredos tornam as organizações políticas, ansiosas e cheias de desconfiança.


3. Sensibilidade excessiva


“Eu sei que ela sempre chega atrasada, mas se eu levantar o assunto, ela vai se magoar”, é um exemplo de algo que você não quer ouvir de um executivo. Incapacidade de ser aberto, direto e honesto com a equipe é um sinal de alerta crítico. Quando executivos dizem que o pessoal é muito sensível, em geral eles estão descrevendo a si mesmos.
Seus diretores são capazes de ver um problema, resolvê-lo de imediato e seguir em frente? Se não, os problemas não serão resolvidos – eles vão crescer. Troque seus diretores.


4. Formalismo e foco em procedimentos e atividades menos relevantes


Quando uma secretária responde que o “Doutor Fulano”, ou o “Engenheiro Beltrano” não está, é um mal sinal. Gestores que aderem estritamente ao livro de regras, às questões de ordem e que se referem uns aos outros por seus títulos se esquecem que as regras e processos existem para agilizar os negócios, não para ritualizá-los.
Apego aos procedimentos muitas vezes mascara uma incapacidade fatal de priorizar – uma tendência a polir a prata, enquanto a casa pega fogo.
O mesmo acontece com um diretor que produz apresentações perfeitas e planilhas arqui-complexas; que se voluntaria para projetos pouco relevantes, dos quais não tem conhecimentos básicos – reuniões com banqueiros, a festa do final do ano. Tudo isso costuma mascarar uma incapacidade de fazer seu verdadeiro trabalho.


5. Preferência por candidatos fracos


Foram entrevistados três candidatos para uma nova posição. Um deles era claramente muito inexperiente; o outro deixava uma má impressão com todos que o entrevistavam; e o terceiro era muito melhor do que os demais. Quem o diretor queria contratar? O inexperiente.
Ele sentiu-se ameaçado pelo candidato super-competente e não tinha a auto-confiança para saber que você deve sempre contratar pessoas mais inteligentes do que você.


6. Não contratar nenhum ex-funcionário


Profissionais eficazes atraem-se uns aos outros. Se você descobre que contratou um executivo que não quer trazer nenhum colega do passado, algo está errado. Todo bom gestor tem ex-subordinados desejosos de voltarem a trabalhar juntos. Se seu diretor não fizer isso, você tem uma razão para se preocupar.


7. Dependência de consultores - Essa é a melhor, prática comum no "GF" (Gestores Fracassados) - Achou que era outra coisa né?


Uma maneira cara, mas elegante, de adiar decisões e ação é contratar estudos de consultorias. Se o mesmo estudo, as mesmas perguntas, são feitas repetidamente a diferentes consultorias, ano após ano, pode ter certeza: a liderança de sua empresa faliu. É provável que o mesmo aconteça com o negócio, em breve.
Ainda mais grave é a liderança que se sente atacada quando o consultor traz más notícias ou aponta problemas na organização.


8. Excesso de horas-extras


Gestores ruins trabalham longas horas. Eles pensam que esta é uma marca de heroísmo, mas é provavelmente a maior marca de incompetência.
Se sua empresa não está vivendo um start-up ou um turnaround/concordata, a equipe não deveria trabalhar regularmente em fins de semana ou noite adentro. O gestor que se orgulha de trabalhar noites e madrugadas e não poder sair de férias não sabe gerenciar a si mesmo – por isso é melhor não deixá-lo gerir outras pessoas.


Qualquer um destes comportamentos deve soar uma sinal de alerta. Mais de dois – dispare o alarme! Mas acima de tudo, não marque passo; torque logo de diretoria!

quarta-feira, 14 de março de 2012

VOCÊ É CHEFE? SERIA BOM SE FOSSE UM LÍDER!



Há tempos, definiu-se como líder, aquela pessoa que tem seguidores atraídos pelo carisma e confiança. Um chefe por sua vez, tem autoridade única e exclusivamente pelo cargo que detém. Desta forma, podemos dizer que todo líder tem completas condições de ser um chefe, mas temos que refletir se: E o contrário, é possível?
Chefiar é buscar resultados, planejar os trabalhos das pessoas, organizar, priorizar, manter e controlar. Estas nada mais são que  funções básicas, porém, hoje em dia, para chefirar também é necessário motivar as pessoas. Com uma equipe motivada consegue-se melhores resultados e um clima melhor (e nem preciso dizer que reduz o custo e aumenta a produtividade).
Ser chefe é bem mais fácil pois o poder conferido ao cargo por sí é o aparato necessário. O líder, por outro lado, deve se preocupar em conduzir as pessoas, dar um significado ao trabalho e convencer os liderados a defender sua causa.
Enquanto o chefe busca o controle enfatizando os resultando na busca da eficiência, um líder tem uma visão holística, e enfatiza os resultados na busca da eficácia.
Um líder transmite confiança, sinceridade e paixão pelo que faz, e sabe o estilo de liderança mais adequado a cada situação.
O líder age na busca na sinergia, conseguindo identificar em uma equipe, habilidades individuais. Ser líder é ter conquistar a confiança dos que estão ao seu redor e ser um espelho para a equipe.
O chefe é aquele que manda fazer e pronto, sem pensar nas conseqüências e sem se preocupar com a equipe.
Hoje, todo chefe tem o discurso de líder na ponta da língua, é um discurso bonito, e todos gostam de ouvir, porém suas ações lhe dirão se ele é realmente um líder. Talvez até tenha mudado a forma de pensar, mas não a de agir e isto leva tempo.
Um líder é aquele que mesmo sem autoridade alguma consegue ser seguido, respeitado e obedecido. Ele consegue unir um grupo, representa-lo e leva-lo a atingir objetivos.


"Chefiar é fazer com que as pessoas façam algo.
Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer algo."


O líder faz coaching, reuniões, treinamentos... Prefere sempre promover o bem estar da equipe e decidir junto a mandar.
As empresas comandadas por líderes possuem os melhores funcionários e as mentes mais brilhantes porque permitem o autodesenvolvimento do funcionário.
O chefe pensa no presente, em manter seu emprego, cumprir metas enquanto o líder pensa no futuro da organização e conseqüentemente será reconhecido pelo trabalho brilhante. 
Todos nós temos um pouco de líder e um pouco de chefe, cabe a nós desenvolver o que acharmos melhor para um destaque na organização.


Assim, podemos ver várias diferenças entre chefes e líderes como:


O Chefe empurra – O Líder puxa
O Chefe comanda – O líder comunica
O Chefe é o “dono da boiada” – O líder é o maestro
O Chefe é o comandante – O líder é um treinador
O Chefe é o dono da voz mais alta – O líder fala normalmente para ser ouvido
O Chefe administra – O líder inova
O Chefe cópia – O líder é original
O Chefe mantém – O líder desenvolve
O Chefe pergunta “como” e “quando” – O líder pergunta “o quê” e “por quê?”
O Chefe convive melhor no “status-quo” – O líder desafia, muda
O Chefe é um bom soldado – O líder é ele mesmo
O Chefe faz a coisa corretamente – O líder faz a coisa certa
O Chefe obtém resultados através das pessoas- O líder desenvolve pessoas e grupo
O Chefe quer segurança e estabilidade – O líder quer desafios
O Chefe busca “status” de vida – O líder privilegia qualidade
Os Chefes são obedientes – Os líderes contestadores
Os Chefes são fazedores – Os líderes criativos.
O Chefe faz tudo que mandam – O líder faz o que é melhor para todos


“Os grandes líderes são aqueles que formam outros líderes”


Hoje, os cargos de chefe estão sendo extintos, dando lugar aos gestores, pois hoje nínguém mais chefia e sim gerencia pessoas."


"Já dizia Franklin Roosevelt : “O líder lidera, o chefe guia”.

quarta-feira, 7 de março de 2012

O MAIOR PATRIMÔNIO DA EMPRESA - VOCÊ!



O maior patrimônio de uma empresa não são seus bens, suas instalações, suas máquinas, sua vasta carteira de clientes, sua conta bancária credora... O maior patrimônio de uma empresa, é, e sempre serão, os seus funcionários (ou como gostam de dizer hoje em dia, seus colaboradores).


Vemos muitas pessoas trocarem de empresa como se trocassem de roupa, apenas valorizando algum benefício a mais que vai receber, sem levar em conta o quanto a empresa investiu nela e lhe deu oportunidades de desenvolvimento. Por outro lado, vemos empresas que dispensam seus colaboradores como se fossem objetos descartáveis, ignorando quantos anos, horas e até saúde que estes profissionais investiram para que a empresa tivesse sucesso e se destacasse no mercado. Na mentalidade deste gestor, sem nenhum peso na consciência, o que importa é diminuir seus custos e evitar quedas bruscas de receita e faturamento.


Diariamente somos informados pelos principais veículos de comunicação sobre a quantidade crescente de profissionais dispensados pelas organizações, independente do seu porte. Isto coloca em dúvida quais são os critérios utilizados para resolver quem vai embora e quem fica dentro da micro, pequena, média ou grande empresa. Ouvimos dos gestores que, em tempos de crise, é necessário cortar, no mínino, 20% do pessoal. A partir deste cálculo aleatório, os executivos passam a ardilosa missão aos líderes de área para resolver quem fará parte da fatídica lista. Geralmente, os critérios mais utilizados são tempo de casa e o custo total na folha de pagamento.


Ao tomar decisões partindo destes princípios, os gestores e líderes estão apenas focando o valor monetário da organização e acreditando que esta decisão é como jogar de um avião as bagagens mais pesadas para que o mesmo possa ter uma melhor aerodinâmica e estabilidade. É neste momento que muitas empresas possivelmente estão se desfazendo de seus maiores patrimônios.


Por falar em avião, um livro recente aborda a história e trajetória de uma empresa aérea norte-americana e como ela atravessou a maior crise da aviação, após o atentado terrorista de 11 de setembro de 2001. Uma ex-colaboradora da companhia, autora do livro, conta que a organização só conseguiu sobreviver porque a sua filosofia e seus valores culturais não foram alterados.


Com uma conduta demonstrada por meio de práticas diárias de valorização, lealdade e transparência, consideraram que o maior patrimônio são seus colaboradores, e não seus aviões comerciais. Como contrapartida, os colaboradores desdobraram-se para atender bem seus clientes e apoiar os gestores nas situações mais difíceis. Para atravessar e superar uma crise, a organização descartou a ideia de cortar pessoal e decidiu estimular ainda mais seus profissionais para vencerem juntos as turbulências e adversidades econômicas, estruturais e de credibilidade dos passageiros.


Aí está a maior e mais substancial diferença entre as empresas que vencem e as que fracassam. É justamente ter a percepção clara e coerente de qual é o seu maior patrimônio. No processo de contratação de pessoas, os líderes já devem avaliar não apenas um currículo extraordinário, mas também valores morais e pessoais que se identifiquem diretamente com a cultura da empresa.


Somente desta forma as empresas poderão formar uma equipe igualmente consistente e unida nos momentos de glória e de dificuldade. Este fortalecimento permite, inclusive, que todos tirem proveito da situação, quando a turbulência passar. Em tempos de crise, a visão estratégica do futuro rende melhores resultados que medidas drásticas do presente.


Por mais que queiram mensurar a capacidade técnica e intelectual de uma pessoa, jamais conseguirão pagar a ela, o que de fato ela merece. Talvez por isso as pessoas estejam cada vez mais frustradas em suas atividades, pois acham que seu trabalho e esforço valem mais do que recebem.


A remuneração mensal não pode ser o delimitador da inteligência em situação alguma. Um bom profissional precisa ter o reconhecimento (e ele vem, através do salário recebido a cada mês é a realidade) de que está desenvolvendo uma tarefa com qualidade e satisfatória aos usuários das informações fornecidas pelo trabalho a ele delegado.


Entretanto, e é aí que está a linha tênue desta questão, o que acontece é que os empresários confundem (por ignorância ou por conveniência) a capacidade com a remuneração e fazem desta (remuneração) o delimitador da intelectualidade profissional. Um erro fatal que desanima o profissional, que desagrega um grupo de trabalho e que rompe uma parceria (não quebra, mas rompe).


O desafio aos colaboradores é fazer-se valorizar . Por mérito e capacidade próprios, sem pisar em ninguém e sem puxar o tapete de outros tantos. Fazer-se valorizar é demonstrar dia-a-dia nas atividades que desenvolve, nas atitudes que se têm (com relação a si e aos outros principalmente) e nos relacionamentos que são estabelecidos. Demonstrar discernimento, confiança e pensamentos pró-ativos ao desenvolvimento da empresa que é detentora de um patrimônio, em verdade, imensurável.


Já, para os empresários e/ou administradores, o desafio é saber ver em cada funcionário, um patrimônio, um bem que possui sua própria característica que pode ser aproveitada senão no seu máximo, em uma grande parte. Tirar proveito sem aproveitar-se, dando oportunidades de crescimento e condições das pessoas desenvolverem suas habilidades.


O maior patrimônio de uma empresa sempre serão os funcionários: imensuráveis do ponto de vista técnico e humano, mas que estão se perdendo por um delimitador chamado remuneração financeira.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

LOGOMARCA - A TRADUÇÃO SINGULAR DA ALMA DO SEU NEGÓCIO.


A MARCA de uma empresa, produto ou projeto é o maior patrimônio de um negócio bem sucedido. Por isso é importante saber como criá-la e utilizá-la de maneira inteligente, criativa, coerente e funcional. A aplicação destes valores nos materiais gráficos e publicitários deste negócio estabelecerá uma Identidade Visual distinta, uma IMAGEM própria e particular. E essa IMAGEM promoverá a fixação da marca na memória dos clientes e do público alvo.


Algumas pessoas acreditam que o simples domínio dos softwares de design gráfico garante a criação de uma logomarca. Mas será que apenas isso é suficiente para se criar um bom logo?


Uma logomarca é a tradução visual da personalidade da marca. Um bom logo comunica as qualidades mais importantes de uma empresa e estabelece imediatamente o reconhecimento da mesma pelo público. Em um mercado concorrido, a presença de uma logomarca bem feita faz a empresa ou o produto se destacar entre seus concorrentes, transmitindo profissionalismo e confiabilidade.


A logomarca (ou logotipo) é a assinatura de uma empresa, produto ou serviço. Vale lembrar aqui que sites, blogs e afins que se dedicam a disseminar informação são prestadores de serviço e se encaixam perfeitamente nos conceitos que vamos discutir a seguir. Cada vez mais muitos sites e blogs têm deixado de lado o amadorismo para serem tratados como negócio. E isso inclui a preocupação em se ter uma logomarca expressiva.


Na hora de criar uma logomarca, levamos em conta as cores, o design, o público alvo, entre outros fatores que involvem sua empresa com seus clientes, fazendo com que sua empresa seja reconhecida, não apenas por seus produtos e serviços, mais sim pelo lado visual, a Logomarca.
Se observarmos as grandes corporações, vamos ver que a marca é, muitas vezes, mais valiosa do que o próprio patrimônio da empresa. A marca Coca-Cola, por exemplo, em 2007, valia US$ 65.234 bilhões. Daí a importância de todo o cuidado quando se trata da criação de uma logomarca, já que é ela que vai representar visualmente a marca.


Por essa razão, antes de partir para o software, o profissional de design precisa realizar uma análise da marca definindo, juntamente com o cliente, quais atributos essa marca deverá transmitir e qual público irá atingir. A marca deve se comunicar na mesma linguagem do seu público.


E para realizar a tradução desses conceitos tão subjetivos em algo visualmente concreto e facilmente entendido, tudo é cuidadosamente pensado. A combinação das cores, a escolha da fonte, a espessura dos traços, a criação de um ícone: cada detalhe tem um significado implícito. E a combinação de todos esses elementos exige também sensibilidade e bom gosto estético do designer, já que o resultado esperado de tudo isso é uma logomarca bonita e atraente.


Obviamente que o domínio técnico dos softwares também faz parte desse processo, mas fica claro que não garante a criação, já que o trabalho de um designer ou de um publicitário vai muito além disso.
Requisitos de uma boa logomarca:


Abaixo, alguns dos atributos que uma logomarca precisa ter para ser forte:


• ser original
• ter beleza
• ser moderna
• ter personalidade
• ser pertinente
• ter versatilidade
• ser adequada
• ser representativa
• transmitir inteligência
• permitir fácil memorização
• apresentar equilíbrio
• inspirar confiança
• ser vendedora


Uma logomarca pode ser pública, mas não necessariamente unânime. Ou seja, ela pode ser perfeitamente adequada e agradável a um determinado nicho de mercado e ser totalmente estranha a outro.
Para se criar uma logomarca é exigido do designer muita paciência, criatividade e tempo.


Desenvolver uma logomarca é semelhante a dar um nome a um filho. É o modo como um produto, uma empresa ou um serviço serão reconhecidos e identificados por todos durante anos ou décadas.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PROPAGANDA - A ALMA OU O CARMA DO NEGÓCIO


"A propaganda é a alma do negócio". Quem nunca ouviu esta frase? A partir dela, várias imagens foram construídas e muitas idéias e teorias foram "plantadas" nas mentes humanas. Incentivar a prática de um esporte, o consumo de um determinado produto ou a adesão a um novo comportamento sempre foram alguns dos objetivos das propagandas.
Todos nós, de uma forma ou de outra, somos escravos dos nossos hábitos. Sim, o hábito faz o monge e, de certa forma, determina o tipo de pessoas que somos e a forma que as pessoas nos vêem. Aristóteles, célebre filósofo grego, já afirmava: “nós somos aquilo que fazemos repetidas vezes, a excelência não é uma ato e sim, um hábito.
Uma das grandes dificuldades enfrentadas por aqueles que são responsáveis por garantir a segurança das informações nas empresas é que não basta fazer o trabalho apenas uma vez, deve-se fazê-lo sempre. A negligência em um mês pode pôr a perder todo um lindo ano de trabalho sem incidentes de segurança. Às vezes, esse deslize pode custar o cargo ou até mesmo um emprego de alguém...
Nas propagandas de cervejas, temos o uso do bom humor para incentivar seu consumo, enquanto refrigerantes tentam passar cada vez mais a idéia de que é possível levar uma vida saudável sem reduzir o uso dos mesmos. Marcas de xampus e tintas de cabelo mostram toda sua eficiência, enquanto bancos tentam exibir todas as suas vantagens perante os rivais. Quando falamos de automóveis, cada comercial é imporatente. Vincular a imagem de um veículo com algum outro objeto pode ser tão benéfico quanto prejudicial e todos os publicitáros têm de estar cientes diante de algo indesejado: a indiferença do consumidor.
Aqui vale um dito popular muito aplicável: “uma andorinha não faz verão”. Esse frase ganha contornos de profecia quando pensamos em companhias de grande porte com milhares de funcionários espalhados por diversos estados ou, até mesmo, países e continentes diversos. Conforme já esclarecemos em outros artigos, segurança da informação tem como base o tripé: processos, tecnologias e pessoas.
A colaboração das pessoas é fundamental para o sucesso do trabalho do Security Officer. Como somos criaturas essencialmente, mas não conscientemente, egoístas, é preciso ter em mente que ninguém faz nada que não venha trazer, mesmo de forma subjetiva, algum benefício para elas. Se você quer conseguir que alguém faça algo para você, deixe bem claro para ela o que vai se ganhar em troca. Neste caso específico, poderia por exemplo, ser conhecimento de como evitar problemas (com as ameaças eletrônicas mais comuns).
Outro ponto chave é a comunicação. Muitas pessoas não fazem o sucesso que deveriam na vida porquê, simplesmente, não sabem se comunicar. Uma propaganda bem elaborada, cuidadosa, e bem direcionada, vende. Aliás, não dizem que a propaganda é a alma do negócio?
O mundo business está repleto de exemplos de empresas que fracassam apesar de possuírem ótimos produtos capazes de atender às necessidades dos consumidores mais exigentes, com preços pertinentes e uma distribuição inteligente. Via de regra o problema é detectado na política de comunicação.
Empresas que adotam política de comunicação sabem exatamente o que dizer; para quem dizer e como dizer.
As técnicas de comunicação interna, também conhecidas por “Endomarketing” têm forte influência na sinergia de trabalho, motivação e transparência.
A comunicação externa exige um profundo conhecimento a respeito da mensagem a ser transmitida e dos diversos públicos a serem atingidos. Cabe identificar, neste artigo, a diferença básica entre propaganda e publicidade. Propaganda é a atividade focada em “propagar” enquanto a publicidade é o ato de tornar algo público. A indústria automobilística tem ótimos exemplos de publicidade e propaganda utilizados nas mais diversas mídias; TV, revista, jornal, rádio e web, entre outros, quando procuram incentivar as vendas – propaganda, ou quando fazem um “recall” – publicidade.
Uma velha piada recorrente nas rodas de profissionais da propaganda dá conta do ovo de pata que é um produto muito superior ao ovo de galinha. A diferença é que ao colocar o ovo a pata se cala ao contrário da galinha que apronta o maior escândalo.
O planejamento da política de comunicação é tarefa para profissionais especializados capazes de identificar as melhores oportunidades, os melhores momentos, as melhores mídias e as melhores mensagens que, em conjunto, agreguem valor aos produtos e estimulem suas vendas. Foi-se o tempo em que o “dono” da empresa colocava um “reclame” dizendo que sua empresa ou produtos são os melhores do mercado. Quem elege o melhor produto é o cliente, nunca o fornecedor!
A forma mais comum de se fazer isso é criar um plano de marketing que defina o seu programa de conscientização sobre segurança da informação contendo pelo menos:
- Público Alvo
A quem, ou, a que nível da companhia você quer sensibilizar.
Ex.: Executivos, gerentes e funcionários ou colaboradores de uma forma geral:
- Meios de comunicação
Que tipo de recursos você irá utilizar para atingir seu público alvo: Ex.: Posters, Screen Saver, Calendários, Panfletos, Apresentações, workshops, Mouse Pads, Banners Intranet, Vídeos, eventos (lembre-se de incluir treinamentos).
- Estratégia de Comunicação
Consiste na relação entre o público alvo, o meio de comunicação utilizado, a mensagem e o seu objetivo para cada nível da empresa. Alguns exemplos de mensagens a serem abordados poderiam compreender, além de slogans a serem usados com âncora(Ex.: Segurança é um compromisso de todos).
O ideal é conseguir uma verba e contratar um prestador de serviços, neste caso, uma agência especializada em mídias e comunicação para desenvolver, juntamente com você, o material que melhor se adapte às necessidades da sua organização.
Caso não haja disponibilidade para investimentos, use a sua atitude: você mesmo pode fazer um newsletter em formato html, com figura expressivas, assuntos relevantes e dicas e enviar, via e-mail, para os colaboradores da sua empresa. Mesmo as ações mais modestas neste sentido, tendem a trazer um retorno fantástico.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

13 DICAS PARA SE RECOLOCAR NO MARCADO DE TRABALHO.






A perda do emprego geralmente leva o profissional a um estado de abalo emocional e sentimentos de rejeição. Isso é um processo natural, comum à maioria, mas que precisa ser dominado. Para superar este processo, o melhor aliado do candidato é a informação que o orientará em seus novos desafios. Uma visão clara do processo de recolocação profissional é o grande diferencial para que ele enfrente e saia das dificuldades.


Diante disso, Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br, que é a maior base de armazenamento e administração de currículos da internet brasileira, dá 13 dicas indispensáveis para quem busca um emprego e não sabe por onde começar.


1. Organize sua rotina
 Procurar trabalho é um trabalho. Organize seu tempo e seu dia-a-dia. Estabeleça um expediente diário como se você já estivesse trabalhando: 44 horas semanais. Divida seu tempo para cada atividade - contatos, entrevistas, preparação de currículos e cartas, correspondências. Estabeleça prazos e metas. Dessa forma, além de ampliar suas chances de sucesso no processo, você se mostrará um profissional altamente organizado e, ao ser contratado, já estará habituado a uma rotina de trabalho normal.


2. Planeje suas despesas
 Saiba quanto tempo você tem para manter suas despesas com seus atuais recursos. Se acreditar que é necessário esticar seus recursos, revise seus gastos, busque alternativas para eles e encare a possibilidade de outras fontes de renda durante o período em que estiver buscando um emprego.


3. Cuide de sua saúde
 Saúde física e mental é indispensável para o processo. Fatores como o estresse, que podem atrapalhar seu desempenho no processo, podem ser combatidos com hábitos saudáveis, exercícios físicos e, por que não, respeito aos horários de lazer, assim como você respeita os horários de trabalho.


4. Prepare um bom um currículo
 O currículo continua sendo a mais importante peça de marketing para quem procura emprego. Para ter um bom currículo, relembre tudo o que você já realizou em sua carreira e escreva, sem julgar o que é importante e o que não é. Em seguida, eleja as mais importantes realizações, escreva uma boa frase para cada uma delas e apresente cada realização em seu currículo.


5. Cadastre seu currículo nos principais sites de emprego
 A Internet é cada vez mais o local onde as empresas estão buscando candidatos na hora de contratar. Não deixe de colocar seu currículo nos principais sites de emprego.


6. Envie seu currículo para as empresas
 Muitas empresas de seu interesse podem oferecer cadastro de currículos via web. Estas oferecem um espaço comumente chamado “Trabalhe Conosco”. Ali você poderá enviar seu currículo eletronicamente. Caso a empresa não tenha este espaço em seu site, entregue o currículo pessoalmente na portaria da empresa ou envie pelo correio, tendo o endereço correto.


7. Candidate-se a vagas
 Além de ampliar suas chances de fazer entrevistas, seu contato contínuo com as vagas e oportunidades ajudam você a manter-se informado e em sintonia com os movimentos do mercado de trabalho. Retorne aos sites em que cadastrou seu currículo e candidate-se a vagas compatíveis com seu perfil, conhecimentos e habilidades.


8. Prepare-se para entrevistas
 O conteúdo que você produziu para o currículo também será útil para as entrevistas ao responder a perguntas sobre suas realizações. Mas prepare-se também para questões difíceis como “quais seus pontos fracos?”, “por que você saiu do emprego anterior?” ou “por que acredita ser o melhor candidato para trabalhar conosco?”. Outra dica é estudar sobre a empresa antes da entrevista: sua cultura organizacional, o modo como ela se comunica com o mercado, o que ela oferece. E atenção: colha informações durante as entrevistas. Elas poderão ser úteis não só para sua atuação no processo seletivo em questão, mas também para todo o seu processo de busca.


9. Ative seu networking
 O networking segue como o principal fator para a recolocação de um profissional. Retome contatos e solicite orientações aos seus contatos. Todo o conteúdo produzido anteriormente para compor seu currículo é igualmente útil para quando você for apresentar-se aos seus contatos e suas indicações. Os contatos que não conhecem você precisam se sentir seguros para indicá-lo. Aprenda a fazer uma rápida e eficaz apresentação sobre quem é você e o que você faz de melhor.


10. Distribua adequadamente as informações sobre você
 Esta tarefa envolve a distribuição de cartas de apresentação e currículos através de seu networking e de envios para empresas com perfil similar ao das suas experiências, além de cadastros em sites de empregos. Seja consistente, buscando empresas que tenham perfil mais próximo daquelas onde você já trabalhou. Depois identifique outras companhias onde seus conhecimentos e habilidades sejam igualmente úteis.


11. Busque informações e atualização sobre sua área
 Leia os livros mais recentes sobre sua área, assim como revistas, periódicos e artigos na Internet. Participe também de fóruns de debate, palestras e cursos. Toda informação sobre sua área de interesse é valiosa tanto para o seu próprio desenvolvimento quanto para a troca de informações que acontecerá durante o desenvolvimento de seu networking.


12. Demonstre energia, otimismo e foco em resultados durante o processo
 Tanto os entrevistadores quanto as pessoas de seu networking que poderão indicar você às oportunidades precisam da tranquilidade que só uma pessoa positiva e comprometida com resultados pode oferecer. Transmita corretamente esta positividade às pessoas e todas elas lembrarão de você como alguém que indicariam ou contratariam.


13. Em época de crise, seja mais flexível ao negociar sua remuneração
 Em momentos de crise, muitas vezes, mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Em caso de longos períodos desempregado, seja flexível na hora da negociação. Caso a empresa ofereça remuneração abaixo da pretendida, avalie em quanto tempo ela pode oferecer crescimento para você, incluindo promoções e aumentos. Às vezes pode valer a pena começar com um salário um pouco menor, mas com bons benefícios ou um bom plano de carreira definido dentro da empresa. Se não conseguir o salário desejado, tente compensar com bônus. É uma forma inteligente de conseguir novamente o antigo salário, comprometendo-se com sua performance. Em último caso, talvez seja sábio aceitar um salário menor e daí “voltar para a casa número 1”, ou seja, continuar sua busca pelo emprego e o salário que deseja, evitando ficar desempregado.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

COMO UTILIZAR AS MÍDIAS SOCIAIS A SEU FAVOR NA HORA DE BUSCAR UM EMPREGO.



Todo mundo sabe que as redes sociais são populares. Elas reúnem amigos, colegas de trabalho e contatos profissionais. O que a maioria das pessoas não se dá conta é que o modo como se comporta nas redes sociais pode aumentar as chances de conseguir uma contratação no mundo lá fora. Dependendo do que se expõe nas redes, pode também prejudicar profissionalmente.

Arrumar emprego hoje em dia não está nada fácil e muitos daqueles que têm um diploma universitário na mão podem atestar isso. Por outro lado, sempre surgem novas vagas no mercado a quais acreditamos ter certa habilidade para aceitá-la. O problema é como conseguir chegar até elas sem um mínimo de experiência.

A nova moda do mercado são as mídias sociais. De uns anos para cá, a demanda vem crescendo bastante e por mais que não existam verdadeiros especialistas no assunto, existem alguns passos bem simples que podemos seguir para nos dar bem na área.

Quais informações sobre redes sociais devem estar no seu currículo? Você indica seu endereço no LinkedIn? Como usar o Twitter e Facebook?

Você está presente nessas comunidades? Que tal indicar a multiplicidade de meios no seu currículo 2.0?

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho.

Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.

Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante - ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.

Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha.

"Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico."

Apesar da crescente importância das redes sociais para o profissional, as páginas não fazem milagres e boa apresentação e currículo continuam sendo indispensáveis.

Portanto, não é necessário se preocupar  demasiadamente com o seu desempenho nas redes; aja naturalmente e saiba o que está acontecendo nas páginas pessoais do momento.

Dez dicas para usar as redes sociais a seu favor:

1. Informe-se sobre as regras e políticas de uso de sua empresa para as redes sociais durante o horário de trabalho;
2. Não fale mal do seu trabalho ou elogie empresas concorrentes nas redes sociais;
3. Poste assuntos que sejam relevantes para seus seguidores;
4. Pense nas conseqüências do seu posto antes de publicá-lo;
5. Se estiver desempregado, acompanhe perfis que divulgam vagas;
6. Mostre que domina a rede social que está usando;
7. Coloque no currículo o endereço de redes sociais relevantes que participa ou de blog pessoal;
8. Evite dividir opiniões polêmicas, principalmente as que envolvam qualquer tipo de preconceito;
9. Analise qual é a importância das redes sociais na sua área de atuação e jogue com isso;
10. Participe, também, de redes sociais que são voltadas apenas para a área profissional.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A HOTELARIA NO PAÍS DAS NOVAS OPORTUNIDADES.

A BOLA DA VEZ!




O Brasil entrou no foco mundial e sua participação no âmbito econômico têm sido de grande relevância. Deixamos de ser a muito tempo o país do carnaval, com ótimas florestas e da reconhecida tradição do futebol. Hoje somos percebidos como um país de economia estável, forte, com um parque tecnológico de última geração, vendemos know-how em algumas áreas, como a de petróleo e biocombustíveis, por exemplo e somos um país rico em muitos insumos da cadeia produtiva. Quem sabe não é o início de uma das principais potências globais, com profissionais altamente competitivos. Sim, chegou a hora do Brasil e não há o que questionar: é o país da bola da vez!


A realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016 pode trazer uma série de benefícios para o Brasil, em especial para o setor de turismo. A cobertura jornalística em todo o mundo colocará o país em evidência, o que constitui uma grande oportunidade de maior e melhor divulgação de nossos ativos turísticos e de elevação, de forma permanente, do fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil.


O segmento hoteleiro é composto de hotéis, pousadas e hospedarias que prestam serviços, basicamente, a turistas. Embora a maior parte dos investimentos e dos negócios seja efetuada no ramo dos hotéis, as pousadas e as hospedarias são responsáveis por uma signifi cativa parcela da oferta mundial de alojamento. Um empreendimento hoteleiro requer de três a quatro anos para o seu início operacional e mobiliza elevados volumes de capital para realizar os investimentos iniciais, de longo prazo de maturação.


Além disso, necessita de inversões adicionais e periódicas para manutenção e modernização das construções, sem as quais não é possível sustentar sua competitividade, o padrão de suas tarifas e seu nível de receitas. De acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), os hotéis precisam direcionar anualmente cerca de 1% a 5% de seu faturamento bruto para esses investimentos, além de promover reformas estruturais a cada 10 a 12 anos, com inversões de 20% a 30% de seu investimento inicial. 


Além dos requisitos de capital, a hotelaria também demanda muita mão de obra, tanto na etapa de construção como na de operação do empreendimento, quando emprega uma gama diversifi cada de profissionais para o atendimento das diferentes necessidades dos hóspedes e do próprio negócio. Atenção especial é prestada à qualificação desses profissionais, fator determinante da qualidade e da diferenciação dos serviços prestados.


No mercado internacional, os fundos imobiliários e os fundos de pensão constituem habituais investidores nesses ativos imobiliários de base hoteleira. Além disso, existe a figura do developer, um agente que identifica as oportunidades de negócio, mobiliza os investidores, viabiliza o empreendimento e se remunera, em geral, com uma parcela dos resultados operacionais.


Neste cenário de alto investimento em hotelaria no país, posso destacar a Hotusa que hoje é a maior rede de hotéis independentes do mundo, possuindo Centrais de Reservas em 8 Paises Europeus e da America Latina , para além de uma estrutura corporativa de comercialização e promoção das unidades hoteleiras contratadas , seja através de visitas diretas ao mercado, seja através de sistemas eletrônicos de vendas para canais ao Trade e à clientes corporativos. A Hotusa, conta hoje com mais de 50.000 agências e operadoras do mundo todo produzindo reservas 24h por dia para os hotéis contratados, além de integrações em redes de vendas online, operando cerca de 7.000.000 de reservas/ano com um faturamento global em 2010 de 450 milhões de euros.


Com todo este crescimento econômico pujante, o estímulo e a busca quanto à qualificação dos profissionais, tem sido crescente, uma vez que, em um mercado competitivo, apenas os melhores terão destaque, sobretudo em um país como o Brasil, que exige uma alta performance do executivo no tocante à logística das operações, uma vez que ainda temos como cenário atual: a ineficiência operacional. Ou seja, o Brasil não é mais lugar para amadores e empresas de fundo de quintal, chegou a hora de se profissionalizar e mostrar ao mundo a competência do nosso povo!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

COMO TRASNFORMAR BOAS E CRIATIVAS IDÉIAS EM NEGÓCIOS ATRAENTES.




As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se pode ver nem tocar.
Elas devem ser sentidas com o coração. Não devemos ter medo dos confrontos. Até os plenetas se chocam, e do caos nascem as estrelas.
Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais.
Charles Chaplin


Descreva um inventor. Logo virá à cabeça a figura de um sujeito de olhos esbugalhados, cabelos desgrenhados, a língua de fora – enfim, a imagem eternizada por Albert Einstein em suas fotos bem humoradas. Outros lembrarão do Professor Pardal, o cientista desligado dos gibis de Walt Disney, sempre às voltas com criações mal sucedidas. Nada disso. O inventor, em geral, é um pragmático, movido pela necessidade de resolver pequenos problemas do dia-a-dia e facilitar a sua vida. Com um pouco de planejamento e algum dinheiro, essa “sacada” pode se transformar em um grande negócio. Invenções milionárias tiveram seu berço em idéias simples. Décadas atrás, o membro de um coral religioso marcava os cânticos que entoaria com tira de papel. Como sempre caíam, resolveu usar um papelzinho com borda colante, desenvolvido por um amigo. Assim, surgiu o Post it, o produto da 3M que fatura hoje US$ 500 milhões por ano. “Passamos a vida criando soluções para dificuldades que temos”, diz Carlos Mazzei, da Associação Nacional de Inventores, consultoria de apoio a inventores. “Mas não percebemos que muita gente enfrenta o mesmo problema e pagaria para resolvê-los.”
Grande parte das invenções não nasce em laboratórios, mas sim em casa ou no escritório. “O primeiro passo é observar o problema. O segundo, perguntar por que ele ainda ocorre”.
Antônio Vieira de Lima, dono de uma empresa de comunicação visual, procurou duas grandes fabricantes para oferecer a patente de sua invenção, uma caneta com corretor líquido. A idéia nasceu na sala de aula de um curso noturno. Cansado de emprestar o corretor para os colegas esquecidos, “veio o estalo. Por que não juntar as duas coisas?”, raciocinou Lima. No dia seguinte, correu para uma papelaria e comprou todos os tipos de canetas disponíveis. Passou dias analisando uma por uma até chegar ao modelo que permitisse incorporar, na parte de cima, um recipiente para o líquido. Concluída a engenharia, Lima saiu à cata dos investidores. “Creio que neste ano, o produto estará no mercado”, diz ele. “Certas noites sequer consigo dormir à espera de uma resposta.”
A ansiedade é um dos maiores adversários de um inventor, afirma Mazzei. “Muitos criadores vêem seus próprios inventos como uma panacéia, solução para seus problemas financeiros”, diz ele. “Isso deve ser evitado porque a pressa prejudica a negociação com empresas interessadas. Outras vezes, ele superestima o valor de suas idéias.” Não há razão para isso, assegura ele. A patente tem validade de 20 anos. O prazo é contado a partir do pedido de registro, mas as empresas descontam uma “taxa de risco” do valor da patente devido ao caráter provisório. Esse abatimento chega a 50% no Brasil, porque aqui a concessão definitiva pode demorar até oito anos, contra seis meses de países como os Estados Unidos. O INPI, órgão responsável pela atividade, sofre dos males típicos do serviço público: falta de pessoal, carências de recursos, infra-estrutura precária, entre outros. “Por isso, o ideal é fechar um contrato de licenciamento da invenção por um ano”, aconselha Mazzei. “Depois desse período, empresa e inventor terão uma idéia mais precisa do retorno proporcionado pela invenção.”
“Uma idéia só é válida se sair de dentro da nossa cabeça”. O mundo está cheio de idéias. E a grande maioria das pessoas vai levá-las consigo até a morte devido à incapacidade de torná-las tangíveis, colocando-as em prática.
Temos o hábito de ficar esperando pelo mundo perfeito. Queremos controlar o ambiente e as circunstâncias, adotamos a hesitação como parceira e vemos o tempo escorrer pelas mãos e a frustração nos visitar.
Já imaginou se Jack Dorsey (criador do Twitter) tivesse deixado a “idéia de lado” ou comentado a algum conhecido menos destemido? Certamente seria um dos maiores fracassados dos últimos tempos. Sim, por que ver a idéia que você teve fazer sucesso pelas mãos de outra pessoa é um verdadeiro fracasso.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

PROGRAMA FIDELIDADE - UMA RESPONSABILIDADE DA EMPRESA COM SEU CLIENTE




Criar e manter um programa fidelidade é não tão simplesmente ver no mesmo uma forma vantajosa de preservar o cliente e aumentar seus lucros. Envolto em uma série de normas e com uma legislação muito clara, no que diz respeito à defesa do consumidor, ao criar um programa fidelidade as empresas tem que ter a convicção de que o programa não poderá simplesmente terminar de uma hora para outra e jamais poderá acarretar prejuízos para quem o utiliza.


Por um longo tempo, empresas acreditaram que, para conseguir a fidelidade do consumidor, bastava dar um cartão “maxiultramegaplus” e faze-lo juntar “7.654.932” pontos para trocar por um espremedor de laranja. Hoje, o esforço para fazer alguém ser fiel a um produto, loja ou serviço é mais complexo e exige um trabalho sofisticado por parte de quem vende. Afinal, uma relação de confiança é algo que se conquista.
Entender fidelidade como pré-condição e não como conseqüência é o primeiro erro da maioria dos programas de relacionamento. “Não adianta falar ‘se você ficar fiel a mim, dou isso e isso’. É algo posterior”, diz Alexandre Diogo, presidente do Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente. (IBRC)
Quem compra um produto ou contrata um serviço busca, em primeiro lugar, qualidade. Em segundo, um atendimento pós-venda rápido e eficiente. “As empresas conquistam mil clientes e investem em apenas dez pessoas para atender”, diz Diogo. Em terceiro lugar, segundo ele, é que entra o fator programa de vantagem.


O PROGRAMA DE FIDELIDADE DEVE:
1) dar todas as informações de forma clara
2) oferecer benefícios reais e alcançáveis
3) dar opções de escolha do bônus
4) ser conveniente na hora da retirada do bônus
5) ampliar a atuação na internet
6) prestar um bom e rápido atendimento ao consumidor
7) solucionar o problema do participante
8) oferecer benefícios que façam o consumidor se sentir especial
9) manter o maior número de pontos de contato com quem compra.
10) funcionar ativamente até o resgate total de todos os pontos por seus afiliados
......e não deve:
1) cobrar taxa de adesão
2) exigir a apresentação do cartão fidelidade
3) ter validade de pontuação ou milhagem
4) impor condições
5) ser sinônimo de oferta e fazer o participante concorrer a prêmios
6) rebaixar alguém de categoria
7) aprisionar o participante
8) ser cancelado sem o aviso prévio estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor que é de 60 dias


Em alguns casos a empresa resolve fazer alterações em seu programa fidelidade ou simplesmente cancelar um atualmente em vigor e substituir por um novo modelo. Vê-se no entanto que esta prática acarreta prejuízo ao consumidor, que muitas vezes tem seus pontos acumulados cancelados ou substituídos por outra forma de pontuação sem um prévio aviso.
Segundo o código de defesa do consumidor as empresas tem que informar seus clientes por meio de carta formal ou via e-mail, sobre o cancelamento ou alterações feitas no programa fidelidade num prazo de 30 dias de antecedência e ainda conceder à seus clientes 60 dias de prazo para que façam uso dos pontos acumulados no programa vigente, uma vez que o cliente não é obrigado a se manter no novo programa.
Veja abaixo um caso de condenação por má fé da empresa com seu cliente fidelidade.


O Banco Santander Brasil S.A. foi condenado pela 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a reativar o programa de fidelidade e a conceder à consumidora A.S.C., de Juiz de Fora, os pontos que ela havia ganhado pelo uso de um cartão de crédito. A empresa também deverá indenizar A. em R$ 5.450 pelos danos morais causados a ela pelo bloqueio de seu cartão. A decisão modifica parcialmente sentença de 1ª Instância.


A mulher, que é representante comercial odontológica, afirmou que havia acumulado 2.927 pontos no programa de fidelidade Clube de Super Vantagens, válidos até 23 de novembro de 2009. ?Como não havia prêmios disponíveis que utilizassem esse total de pontos e eu corria o risco de perdê-los, procurei a Central de Atendimento e solicitei a antecipação de bônus, que é oferecida pelo Santander, pedindo o envio de dois livros, de 2.100 e 2 mil bônus?, explicou A.


Entretanto o banco remeteu-lhe apenas um exemplar de ?O homem mais rico da Babilônia?, que equivalia a 2.100 pontos, o que representou para ela um prejuízo de 827 pontos. De acordo com a instituição, a antecipação dos pontos só era possível para os pontos que a correntista já possuía. Porém, a mulher alega que dispunha da quantidade necessária, pois efetuara novas compras no cartão, embora os pontos ainda não constassem da fatura.


O 6º artigo do Código de Defesa do Consumidor defende os direitos básicos do cliente e entre eles está a proteção contra a publicidade enganosa e métodos comerciais coercitivos ou desleais, ou seja, se prometeu tem de cumprir. E essa é a opinião unânime dos especialistas em defesa do consumidor. “Se a empresa se propõe a fazer esse tipo de contrato, ela tem de cumpri-lo em sua totalidade, respeitando prazos e normas estabelecidos no regulamento do programa”, disse a assistente de direção da Fundação Procon de São Paulo, Maíra Feltrin.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

MARKETING HOTELEIRO: FERRAMENTA GERENCIAL PARA A FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UM EMPREENDIMENTO HOTELEIRO.





O marketing vem sendo um modelo transformador no contexto das organizações rompendo os paradigmas dos modelos tradicionais de administração que focavam apenas os trabalhos internos e passa a valorizar o seu cliente e sua imagem como instrumento base para a construção do sucesso organizacional. Vamos compreender a analisar a importância do marketing hoteleiro para os hotéis e meios de hospedagem verificando a influência para as organizações. O marketing hoteleiro quando bem administrado auxilia para a satisfação dos clientes, no crescimento da organização e conquista novos mercados. Conseqüentemente, o investimento nesta área é de fundamental importância para que o meio de hospedagem se desenvolva e faça com que o hóspede sinta-se cativado e motivado a retornar mais vezes ao local.


O marketing que conhecemos é o resultado de uma evolução recente, que era relacionada apenas com a realização das vendas. O marketing hoteleiro atualmente tem a finalidade de buscar alternativas inovadoras para fidelizar os clientes e atrair novos mercados. A fidelidade do cliente gera não somente lucro para a empresa, mas evita desperdícios na reconquista destes.

Conquistar novos clientes custa de cinco a sete vezes mais do que manter os já existentes. Então, o esforço na retenção de clientes é, antes de tudo, um investimento que irá garantir aumento das vendas e redução das despesas.

As ações de planejamento são decisivas para o sucesso e deve levar em conta a parte mais importante e interessada do processo: o hóspede. Para que isto ocorra é necessário um planejamento do setor de marketing de um meio de hospedagem, este planejamento pode ser dividido em duas áreas: planejamento de marketing (organização do produto, promoção, comercialização e comunicação) e em planejamento interno (destinado a organizar o funcionamento do hotel, é de responsabilidade da gerência). Ppara o hóspede o produto hotel é intangível, pois ele quer apenas descanso, prazer, lazer, ou seja, diversão.

"Quem viaja necessita de hotéis e consome produto hoteleiro. Este produto deve vir ao encontro dos desejos e necessidades de segmentos específicos de mercado. Daí a importância do marketing hoteleiro".

Assim, a prática do marketing hoteleiro deve ser constante. O hoteleiro, não pode limitar-se a satisfazer apenas as necessidades presentes; precisa observar as tendências que o mercado oportuniza preparar-se para satisfazer as necessidades futuras, sob pena de perder competitividade do mercado.

Uma forma eficaz de aumentar o relacionamento com os clientes é recompensando-os pela preferência. Marketing de relacionamento como "a forma de criar, manter e acentuar relacionamentos sólidos com os clientes e outros públicos". Porém o objetivo deve ser atingido no logo prazo, para isso é necessário que toda a equipe do hotel se envolva com a causa de fidelizar clientes e objetivem servi-lo como ele gostaria de ser servido.

Um hóspede poderá ser considerado cativo, a partir do momento em que o hotel sentir que o cliente é fiel e leal, então o cliente demonstrará alguns aspectos, como:

Satisfação geral com o hotel; Continuidade na realização de negócios com o hotel (hospedagem, eventos e freqüência no restaurante); Recomendação dos serviços a amigos e parentes.O quadro abaixo demonstra como é o desenvolvimento da atitude e do comportamento do hóspede em relação a uma empresa que pode também ser aplicado a um hotel

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES NA HOTELARIA





Fórmula para fidelizar clientes na hotelaria já não é mais Mistério, e ninguém melhor do que o Cliente Misterioso para desvendar o segredo. As empresas que utilizam o serviço e tomam as medidas necessárias para sanar as eventuais falhas, destacam-se perante a concorrência.
Qualidade é o principal fator, principalmente relacionada ao atendimento, quando a meta é fidelizar clientes. A busca pela competitividade em todos os setores oferece um mercado fértil em oferta, ou seja, um cenário de estreita concorrência, até mesmo predatória. Neste contexto, o Cliente Oculto, ou Hóspede Misterioso ou ainda Shoppers, como são conhecidos, tem sido utilizado como eficiente ferramenta de gestão, sendo de imprescindível ajuda também para aprimorar as políticas de recursos humanos, marketing e finanças da empresa.
Esta ferramenta vem angariando vários adeptos e hoje faz parte da política de diversas empresas, de pequeno a grande porte. Empresários conscientes e com visão de mercado utilizam-na como base para seu planejamento, as falhas que são apontadas transformam-se em um plano de ação para sua melhoria, onde é apontado o problema, a data para resolução, os recursos necessários e o responsável por esta tarefa. Ela permite a avaliação do atendimento e serviços prestados pela empresa contratante, possibilitando a correção de pontos fracos do negócio a partir da apreciação de seus consumidores, já que os profissionais que atuam na área são treinados para agir como tais.
O objetivo do programa não é punir, mas fazer com que o serviço seja prestado da melhor maneira possível. A ferramenta identifica as necessidades de melhoria da empresa e a performance da equipe, além de funcionar como incentivo para os funcionários manterem e melhorarem sempre o atendimento, uma vez que podem ser premiados e sabem que a qualquer momento pode ocorrer uma avaliação.
O programa permite revelar os pontos mais fortes e os mais fracos da empresa. A metodologia utilizada permite a coleta de dados claros, objetivos e isentos, demonstrando a realidade da empresa o que seguramente contribui significativamente no processo de profissionalização e na competitividade do negócio, seja de qual segmento for. Fico muito contente em enviar um relatório com boas notas, entretanto, quando as boas notas não ocorrem também fico satisfeito em contribuir para a melhoria da empresa.
No Brasil, apesar do crescimento verificado neste nicho nos últimos três anos, ainda há tabu sobre o Hóspede misterioso (shoppers). Há de se esclarecer que são profissionais altamente qualificados contratados para se passarem por clientes de forma anônima, ou seja, são consultores responsáveis por observar e medir a qualidade dos serviços prestados. Dependendo do hotel, os clientes misteriosos passam de 12 a 48 horas hospedados para avaliar os pontos necessários. Todos eles já trabalharam na parte operacional dos hotéis e, por isso, tem conhecimento de todos os procedimentos que devem ser feitos ou evitados. A maioria também é do meio acadêmico, são professores que, além do operacional, conhecem as melhores práticas utilizadas pelos hotéis mundo afora.
Trata-se é um cliente treinado e qualificado que se hospeda no hotel de forma anônima, avalia os serviços ao consumidor, a operação, os funcionários, o ponto-de-venda, a qualidade do produto e relata os fatos ocorridos, sejam eles positivos, os quais devem ser intensificados, ou negativos, que demandam ações para serem sanado.
Os shoppers seguem um roteiro e verificam cerca de 200 itens no estabelecimento, incluindo parte física, serviços e produtos. São verificados detalhes como: o serviço de despertar, a lavanderia, o acesso à internet do quarto, os espaço para esportes, o serviço de quarto, os eventos, etc. Pegadinhas também fazem parte. Dinheiro, por exemplo, pode ser displicentemente deixado em qualquer lugar da unidade habitacional, para testar a idoneidade do funcionário. A iniciativa e boa vontade dos funcionários também estão no foco da avaliação. Nos horários mais inusitados, eles podem ser chamados para atender a qualquer solicitação, que muitas vezes não passam de caprichos: seja para melhorar a imagem de uma TV, trocar uma lâmpada, trazer um lanche que exige a troca de alguns ingredientes por outros não disponíveis no cardápio, e milhares de outras pegadinhas. Da limpeza ao conforto testamos tudo.
Na primeira etapa da avaliação é realizado um relatório descritivo, narrando a experiência do profissional como hóspede de perfil bem exigente e às vezes até chato seguido por um formulário onde são dadas as notas. Enfim, ao final, anotam, fotografam e gravam. É claro que muitas surpresas acontecem no caminho como uma certa camareira que pediu ao hóspede que arrumasse sua própria cama. Além disso, muitas expectativas são frustradas ou superadas, como é o exemplo de hotéis pequenos que oferecem tratamentos mais eficientes que outros hotéis de maior porte, ou de categoria superior.
Enfim, uma vez que o Hóspede oculto é contratado, ele identifica as lacunas que devem ser corrigidas pela empresa. Depois desse treinamento, o auditor misterioso retorna e verifica se os problemas foram solucionados, perfazendo um ciclo com periodicidade estipulada pelo contratante.
As empresas que utilizam o serviço e tomam as medidas necessárias para sanar as eventuais falhas, destacam-se perante a concorrência. Depoimentos freqüentes de gestores de grandes redes que são nossos clientes revelam o quanto este serviço auxilia no planejamento e na administração diária dos hotéis.


Então, você está preparado ou quer perder seus hóspedes e ou clientes?