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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A HOTELARIA NO PAÍS DAS NOVAS OPORTUNIDADES.

A BOLA DA VEZ!




O Brasil entrou no foco mundial e sua participação no âmbito econômico têm sido de grande relevância. Deixamos de ser a muito tempo o país do carnaval, com ótimas florestas e da reconhecida tradição do futebol. Hoje somos percebidos como um país de economia estável, forte, com um parque tecnológico de última geração, vendemos know-how em algumas áreas, como a de petróleo e biocombustíveis, por exemplo e somos um país rico em muitos insumos da cadeia produtiva. Quem sabe não é o início de uma das principais potências globais, com profissionais altamente competitivos. Sim, chegou a hora do Brasil e não há o que questionar: é o país da bola da vez!


A realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016 pode trazer uma série de benefícios para o Brasil, em especial para o setor de turismo. A cobertura jornalística em todo o mundo colocará o país em evidência, o que constitui uma grande oportunidade de maior e melhor divulgação de nossos ativos turísticos e de elevação, de forma permanente, do fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil.


O segmento hoteleiro é composto de hotéis, pousadas e hospedarias que prestam serviços, basicamente, a turistas. Embora a maior parte dos investimentos e dos negócios seja efetuada no ramo dos hotéis, as pousadas e as hospedarias são responsáveis por uma signifi cativa parcela da oferta mundial de alojamento. Um empreendimento hoteleiro requer de três a quatro anos para o seu início operacional e mobiliza elevados volumes de capital para realizar os investimentos iniciais, de longo prazo de maturação.


Além disso, necessita de inversões adicionais e periódicas para manutenção e modernização das construções, sem as quais não é possível sustentar sua competitividade, o padrão de suas tarifas e seu nível de receitas. De acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), os hotéis precisam direcionar anualmente cerca de 1% a 5% de seu faturamento bruto para esses investimentos, além de promover reformas estruturais a cada 10 a 12 anos, com inversões de 20% a 30% de seu investimento inicial. 


Além dos requisitos de capital, a hotelaria também demanda muita mão de obra, tanto na etapa de construção como na de operação do empreendimento, quando emprega uma gama diversifi cada de profissionais para o atendimento das diferentes necessidades dos hóspedes e do próprio negócio. Atenção especial é prestada à qualificação desses profissionais, fator determinante da qualidade e da diferenciação dos serviços prestados.


No mercado internacional, os fundos imobiliários e os fundos de pensão constituem habituais investidores nesses ativos imobiliários de base hoteleira. Além disso, existe a figura do developer, um agente que identifica as oportunidades de negócio, mobiliza os investidores, viabiliza o empreendimento e se remunera, em geral, com uma parcela dos resultados operacionais.


Neste cenário de alto investimento em hotelaria no país, posso destacar a Hotusa que hoje é a maior rede de hotéis independentes do mundo, possuindo Centrais de Reservas em 8 Paises Europeus e da America Latina , para além de uma estrutura corporativa de comercialização e promoção das unidades hoteleiras contratadas , seja através de visitas diretas ao mercado, seja através de sistemas eletrônicos de vendas para canais ao Trade e à clientes corporativos. A Hotusa, conta hoje com mais de 50.000 agências e operadoras do mundo todo produzindo reservas 24h por dia para os hotéis contratados, além de integrações em redes de vendas online, operando cerca de 7.000.000 de reservas/ano com um faturamento global em 2010 de 450 milhões de euros.


Com todo este crescimento econômico pujante, o estímulo e a busca quanto à qualificação dos profissionais, tem sido crescente, uma vez que, em um mercado competitivo, apenas os melhores terão destaque, sobretudo em um país como o Brasil, que exige uma alta performance do executivo no tocante à logística das operações, uma vez que ainda temos como cenário atual: a ineficiência operacional. Ou seja, o Brasil não é mais lugar para amadores e empresas de fundo de quintal, chegou a hora de se profissionalizar e mostrar ao mundo a competência do nosso povo!

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