:: Hotelaria e Marketing ::

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

LOGOMARCA - A TRADUÇÃO SINGULAR DA ALMA DO SEU NEGÓCIO.


A MARCA de uma empresa, produto ou projeto é o maior patrimônio de um negócio bem sucedido. Por isso é importante saber como criá-la e utilizá-la de maneira inteligente, criativa, coerente e funcional. A aplicação destes valores nos materiais gráficos e publicitários deste negócio estabelecerá uma Identidade Visual distinta, uma IMAGEM própria e particular. E essa IMAGEM promoverá a fixação da marca na memória dos clientes e do público alvo.


Algumas pessoas acreditam que o simples domínio dos softwares de design gráfico garante a criação de uma logomarca. Mas será que apenas isso é suficiente para se criar um bom logo?


Uma logomarca é a tradução visual da personalidade da marca. Um bom logo comunica as qualidades mais importantes de uma empresa e estabelece imediatamente o reconhecimento da mesma pelo público. Em um mercado concorrido, a presença de uma logomarca bem feita faz a empresa ou o produto se destacar entre seus concorrentes, transmitindo profissionalismo e confiabilidade.


A logomarca (ou logotipo) é a assinatura de uma empresa, produto ou serviço. Vale lembrar aqui que sites, blogs e afins que se dedicam a disseminar informação são prestadores de serviço e se encaixam perfeitamente nos conceitos que vamos discutir a seguir. Cada vez mais muitos sites e blogs têm deixado de lado o amadorismo para serem tratados como negócio. E isso inclui a preocupação em se ter uma logomarca expressiva.


Na hora de criar uma logomarca, levamos em conta as cores, o design, o público alvo, entre outros fatores que involvem sua empresa com seus clientes, fazendo com que sua empresa seja reconhecida, não apenas por seus produtos e serviços, mais sim pelo lado visual, a Logomarca.
Se observarmos as grandes corporações, vamos ver que a marca é, muitas vezes, mais valiosa do que o próprio patrimônio da empresa. A marca Coca-Cola, por exemplo, em 2007, valia US$ 65.234 bilhões. Daí a importância de todo o cuidado quando se trata da criação de uma logomarca, já que é ela que vai representar visualmente a marca.


Por essa razão, antes de partir para o software, o profissional de design precisa realizar uma análise da marca definindo, juntamente com o cliente, quais atributos essa marca deverá transmitir e qual público irá atingir. A marca deve se comunicar na mesma linguagem do seu público.


E para realizar a tradução desses conceitos tão subjetivos em algo visualmente concreto e facilmente entendido, tudo é cuidadosamente pensado. A combinação das cores, a escolha da fonte, a espessura dos traços, a criação de um ícone: cada detalhe tem um significado implícito. E a combinação de todos esses elementos exige também sensibilidade e bom gosto estético do designer, já que o resultado esperado de tudo isso é uma logomarca bonita e atraente.


Obviamente que o domínio técnico dos softwares também faz parte desse processo, mas fica claro que não garante a criação, já que o trabalho de um designer ou de um publicitário vai muito além disso.
Requisitos de uma boa logomarca:


Abaixo, alguns dos atributos que uma logomarca precisa ter para ser forte:


• ser original
• ter beleza
• ser moderna
• ter personalidade
• ser pertinente
• ter versatilidade
• ser adequada
• ser representativa
• transmitir inteligência
• permitir fácil memorização
• apresentar equilíbrio
• inspirar confiança
• ser vendedora


Uma logomarca pode ser pública, mas não necessariamente unânime. Ou seja, ela pode ser perfeitamente adequada e agradável a um determinado nicho de mercado e ser totalmente estranha a outro.
Para se criar uma logomarca é exigido do designer muita paciência, criatividade e tempo.


Desenvolver uma logomarca é semelhante a dar um nome a um filho. É o modo como um produto, uma empresa ou um serviço serão reconhecidos e identificados por todos durante anos ou décadas.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PROPAGANDA - A ALMA OU O CARMA DO NEGÓCIO


"A propaganda é a alma do negócio". Quem nunca ouviu esta frase? A partir dela, várias imagens foram construídas e muitas idéias e teorias foram "plantadas" nas mentes humanas. Incentivar a prática de um esporte, o consumo de um determinado produto ou a adesão a um novo comportamento sempre foram alguns dos objetivos das propagandas.
Todos nós, de uma forma ou de outra, somos escravos dos nossos hábitos. Sim, o hábito faz o monge e, de certa forma, determina o tipo de pessoas que somos e a forma que as pessoas nos vêem. Aristóteles, célebre filósofo grego, já afirmava: “nós somos aquilo que fazemos repetidas vezes, a excelência não é uma ato e sim, um hábito.
Uma das grandes dificuldades enfrentadas por aqueles que são responsáveis por garantir a segurança das informações nas empresas é que não basta fazer o trabalho apenas uma vez, deve-se fazê-lo sempre. A negligência em um mês pode pôr a perder todo um lindo ano de trabalho sem incidentes de segurança. Às vezes, esse deslize pode custar o cargo ou até mesmo um emprego de alguém...
Nas propagandas de cervejas, temos o uso do bom humor para incentivar seu consumo, enquanto refrigerantes tentam passar cada vez mais a idéia de que é possível levar uma vida saudável sem reduzir o uso dos mesmos. Marcas de xampus e tintas de cabelo mostram toda sua eficiência, enquanto bancos tentam exibir todas as suas vantagens perante os rivais. Quando falamos de automóveis, cada comercial é imporatente. Vincular a imagem de um veículo com algum outro objeto pode ser tão benéfico quanto prejudicial e todos os publicitáros têm de estar cientes diante de algo indesejado: a indiferença do consumidor.
Aqui vale um dito popular muito aplicável: “uma andorinha não faz verão”. Esse frase ganha contornos de profecia quando pensamos em companhias de grande porte com milhares de funcionários espalhados por diversos estados ou, até mesmo, países e continentes diversos. Conforme já esclarecemos em outros artigos, segurança da informação tem como base o tripé: processos, tecnologias e pessoas.
A colaboração das pessoas é fundamental para o sucesso do trabalho do Security Officer. Como somos criaturas essencialmente, mas não conscientemente, egoístas, é preciso ter em mente que ninguém faz nada que não venha trazer, mesmo de forma subjetiva, algum benefício para elas. Se você quer conseguir que alguém faça algo para você, deixe bem claro para ela o que vai se ganhar em troca. Neste caso específico, poderia por exemplo, ser conhecimento de como evitar problemas (com as ameaças eletrônicas mais comuns).
Outro ponto chave é a comunicação. Muitas pessoas não fazem o sucesso que deveriam na vida porquê, simplesmente, não sabem se comunicar. Uma propaganda bem elaborada, cuidadosa, e bem direcionada, vende. Aliás, não dizem que a propaganda é a alma do negócio?
O mundo business está repleto de exemplos de empresas que fracassam apesar de possuírem ótimos produtos capazes de atender às necessidades dos consumidores mais exigentes, com preços pertinentes e uma distribuição inteligente. Via de regra o problema é detectado na política de comunicação.
Empresas que adotam política de comunicação sabem exatamente o que dizer; para quem dizer e como dizer.
As técnicas de comunicação interna, também conhecidas por “Endomarketing” têm forte influência na sinergia de trabalho, motivação e transparência.
A comunicação externa exige um profundo conhecimento a respeito da mensagem a ser transmitida e dos diversos públicos a serem atingidos. Cabe identificar, neste artigo, a diferença básica entre propaganda e publicidade. Propaganda é a atividade focada em “propagar” enquanto a publicidade é o ato de tornar algo público. A indústria automobilística tem ótimos exemplos de publicidade e propaganda utilizados nas mais diversas mídias; TV, revista, jornal, rádio e web, entre outros, quando procuram incentivar as vendas – propaganda, ou quando fazem um “recall” – publicidade.
Uma velha piada recorrente nas rodas de profissionais da propaganda dá conta do ovo de pata que é um produto muito superior ao ovo de galinha. A diferença é que ao colocar o ovo a pata se cala ao contrário da galinha que apronta o maior escândalo.
O planejamento da política de comunicação é tarefa para profissionais especializados capazes de identificar as melhores oportunidades, os melhores momentos, as melhores mídias e as melhores mensagens que, em conjunto, agreguem valor aos produtos e estimulem suas vendas. Foi-se o tempo em que o “dono” da empresa colocava um “reclame” dizendo que sua empresa ou produtos são os melhores do mercado. Quem elege o melhor produto é o cliente, nunca o fornecedor!
A forma mais comum de se fazer isso é criar um plano de marketing que defina o seu programa de conscientização sobre segurança da informação contendo pelo menos:
- Público Alvo
A quem, ou, a que nível da companhia você quer sensibilizar.
Ex.: Executivos, gerentes e funcionários ou colaboradores de uma forma geral:
- Meios de comunicação
Que tipo de recursos você irá utilizar para atingir seu público alvo: Ex.: Posters, Screen Saver, Calendários, Panfletos, Apresentações, workshops, Mouse Pads, Banners Intranet, Vídeos, eventos (lembre-se de incluir treinamentos).
- Estratégia de Comunicação
Consiste na relação entre o público alvo, o meio de comunicação utilizado, a mensagem e o seu objetivo para cada nível da empresa. Alguns exemplos de mensagens a serem abordados poderiam compreender, além de slogans a serem usados com âncora(Ex.: Segurança é um compromisso de todos).
O ideal é conseguir uma verba e contratar um prestador de serviços, neste caso, uma agência especializada em mídias e comunicação para desenvolver, juntamente com você, o material que melhor se adapte às necessidades da sua organização.
Caso não haja disponibilidade para investimentos, use a sua atitude: você mesmo pode fazer um newsletter em formato html, com figura expressivas, assuntos relevantes e dicas e enviar, via e-mail, para os colaboradores da sua empresa. Mesmo as ações mais modestas neste sentido, tendem a trazer um retorno fantástico.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

13 DICAS PARA SE RECOLOCAR NO MARCADO DE TRABALHO.






A perda do emprego geralmente leva o profissional a um estado de abalo emocional e sentimentos de rejeição. Isso é um processo natural, comum à maioria, mas que precisa ser dominado. Para superar este processo, o melhor aliado do candidato é a informação que o orientará em seus novos desafios. Uma visão clara do processo de recolocação profissional é o grande diferencial para que ele enfrente e saia das dificuldades.


Diante disso, Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br, que é a maior base de armazenamento e administração de currículos da internet brasileira, dá 13 dicas indispensáveis para quem busca um emprego e não sabe por onde começar.


1. Organize sua rotina
 Procurar trabalho é um trabalho. Organize seu tempo e seu dia-a-dia. Estabeleça um expediente diário como se você já estivesse trabalhando: 44 horas semanais. Divida seu tempo para cada atividade - contatos, entrevistas, preparação de currículos e cartas, correspondências. Estabeleça prazos e metas. Dessa forma, além de ampliar suas chances de sucesso no processo, você se mostrará um profissional altamente organizado e, ao ser contratado, já estará habituado a uma rotina de trabalho normal.


2. Planeje suas despesas
 Saiba quanto tempo você tem para manter suas despesas com seus atuais recursos. Se acreditar que é necessário esticar seus recursos, revise seus gastos, busque alternativas para eles e encare a possibilidade de outras fontes de renda durante o período em que estiver buscando um emprego.


3. Cuide de sua saúde
 Saúde física e mental é indispensável para o processo. Fatores como o estresse, que podem atrapalhar seu desempenho no processo, podem ser combatidos com hábitos saudáveis, exercícios físicos e, por que não, respeito aos horários de lazer, assim como você respeita os horários de trabalho.


4. Prepare um bom um currículo
 O currículo continua sendo a mais importante peça de marketing para quem procura emprego. Para ter um bom currículo, relembre tudo o que você já realizou em sua carreira e escreva, sem julgar o que é importante e o que não é. Em seguida, eleja as mais importantes realizações, escreva uma boa frase para cada uma delas e apresente cada realização em seu currículo.


5. Cadastre seu currículo nos principais sites de emprego
 A Internet é cada vez mais o local onde as empresas estão buscando candidatos na hora de contratar. Não deixe de colocar seu currículo nos principais sites de emprego.


6. Envie seu currículo para as empresas
 Muitas empresas de seu interesse podem oferecer cadastro de currículos via web. Estas oferecem um espaço comumente chamado “Trabalhe Conosco”. Ali você poderá enviar seu currículo eletronicamente. Caso a empresa não tenha este espaço em seu site, entregue o currículo pessoalmente na portaria da empresa ou envie pelo correio, tendo o endereço correto.


7. Candidate-se a vagas
 Além de ampliar suas chances de fazer entrevistas, seu contato contínuo com as vagas e oportunidades ajudam você a manter-se informado e em sintonia com os movimentos do mercado de trabalho. Retorne aos sites em que cadastrou seu currículo e candidate-se a vagas compatíveis com seu perfil, conhecimentos e habilidades.


8. Prepare-se para entrevistas
 O conteúdo que você produziu para o currículo também será útil para as entrevistas ao responder a perguntas sobre suas realizações. Mas prepare-se também para questões difíceis como “quais seus pontos fracos?”, “por que você saiu do emprego anterior?” ou “por que acredita ser o melhor candidato para trabalhar conosco?”. Outra dica é estudar sobre a empresa antes da entrevista: sua cultura organizacional, o modo como ela se comunica com o mercado, o que ela oferece. E atenção: colha informações durante as entrevistas. Elas poderão ser úteis não só para sua atuação no processo seletivo em questão, mas também para todo o seu processo de busca.


9. Ative seu networking
 O networking segue como o principal fator para a recolocação de um profissional. Retome contatos e solicite orientações aos seus contatos. Todo o conteúdo produzido anteriormente para compor seu currículo é igualmente útil para quando você for apresentar-se aos seus contatos e suas indicações. Os contatos que não conhecem você precisam se sentir seguros para indicá-lo. Aprenda a fazer uma rápida e eficaz apresentação sobre quem é você e o que você faz de melhor.


10. Distribua adequadamente as informações sobre você
 Esta tarefa envolve a distribuição de cartas de apresentação e currículos através de seu networking e de envios para empresas com perfil similar ao das suas experiências, além de cadastros em sites de empregos. Seja consistente, buscando empresas que tenham perfil mais próximo daquelas onde você já trabalhou. Depois identifique outras companhias onde seus conhecimentos e habilidades sejam igualmente úteis.


11. Busque informações e atualização sobre sua área
 Leia os livros mais recentes sobre sua área, assim como revistas, periódicos e artigos na Internet. Participe também de fóruns de debate, palestras e cursos. Toda informação sobre sua área de interesse é valiosa tanto para o seu próprio desenvolvimento quanto para a troca de informações que acontecerá durante o desenvolvimento de seu networking.


12. Demonstre energia, otimismo e foco em resultados durante o processo
 Tanto os entrevistadores quanto as pessoas de seu networking que poderão indicar você às oportunidades precisam da tranquilidade que só uma pessoa positiva e comprometida com resultados pode oferecer. Transmita corretamente esta positividade às pessoas e todas elas lembrarão de você como alguém que indicariam ou contratariam.


13. Em época de crise, seja mais flexível ao negociar sua remuneração
 Em momentos de crise, muitas vezes, mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Em caso de longos períodos desempregado, seja flexível na hora da negociação. Caso a empresa ofereça remuneração abaixo da pretendida, avalie em quanto tempo ela pode oferecer crescimento para você, incluindo promoções e aumentos. Às vezes pode valer a pena começar com um salário um pouco menor, mas com bons benefícios ou um bom plano de carreira definido dentro da empresa. Se não conseguir o salário desejado, tente compensar com bônus. É uma forma inteligente de conseguir novamente o antigo salário, comprometendo-se com sua performance. Em último caso, talvez seja sábio aceitar um salário menor e daí “voltar para a casa número 1”, ou seja, continuar sua busca pelo emprego e o salário que deseja, evitando ficar desempregado.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

COMO UTILIZAR AS MÍDIAS SOCIAIS A SEU FAVOR NA HORA DE BUSCAR UM EMPREGO.



Todo mundo sabe que as redes sociais são populares. Elas reúnem amigos, colegas de trabalho e contatos profissionais. O que a maioria das pessoas não se dá conta é que o modo como se comporta nas redes sociais pode aumentar as chances de conseguir uma contratação no mundo lá fora. Dependendo do que se expõe nas redes, pode também prejudicar profissionalmente.

Arrumar emprego hoje em dia não está nada fácil e muitos daqueles que têm um diploma universitário na mão podem atestar isso. Por outro lado, sempre surgem novas vagas no mercado a quais acreditamos ter certa habilidade para aceitá-la. O problema é como conseguir chegar até elas sem um mínimo de experiência.

A nova moda do mercado são as mídias sociais. De uns anos para cá, a demanda vem crescendo bastante e por mais que não existam verdadeiros especialistas no assunto, existem alguns passos bem simples que podemos seguir para nos dar bem na área.

Quais informações sobre redes sociais devem estar no seu currículo? Você indica seu endereço no LinkedIn? Como usar o Twitter e Facebook?

Você está presente nessas comunidades? Que tal indicar a multiplicidade de meios no seu currículo 2.0?

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho.

Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.

Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante - ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.

Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha.

"Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico."

Apesar da crescente importância das redes sociais para o profissional, as páginas não fazem milagres e boa apresentação e currículo continuam sendo indispensáveis.

Portanto, não é necessário se preocupar  demasiadamente com o seu desempenho nas redes; aja naturalmente e saiba o que está acontecendo nas páginas pessoais do momento.

Dez dicas para usar as redes sociais a seu favor:

1. Informe-se sobre as regras e políticas de uso de sua empresa para as redes sociais durante o horário de trabalho;
2. Não fale mal do seu trabalho ou elogie empresas concorrentes nas redes sociais;
3. Poste assuntos que sejam relevantes para seus seguidores;
4. Pense nas conseqüências do seu posto antes de publicá-lo;
5. Se estiver desempregado, acompanhe perfis que divulgam vagas;
6. Mostre que domina a rede social que está usando;
7. Coloque no currículo o endereço de redes sociais relevantes que participa ou de blog pessoal;
8. Evite dividir opiniões polêmicas, principalmente as que envolvam qualquer tipo de preconceito;
9. Analise qual é a importância das redes sociais na sua área de atuação e jogue com isso;
10. Participe, também, de redes sociais que são voltadas apenas para a área profissional.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A HOTELARIA NO PAÍS DAS NOVAS OPORTUNIDADES.

A BOLA DA VEZ!




O Brasil entrou no foco mundial e sua participação no âmbito econômico têm sido de grande relevância. Deixamos de ser a muito tempo o país do carnaval, com ótimas florestas e da reconhecida tradição do futebol. Hoje somos percebidos como um país de economia estável, forte, com um parque tecnológico de última geração, vendemos know-how em algumas áreas, como a de petróleo e biocombustíveis, por exemplo e somos um país rico em muitos insumos da cadeia produtiva. Quem sabe não é o início de uma das principais potências globais, com profissionais altamente competitivos. Sim, chegou a hora do Brasil e não há o que questionar: é o país da bola da vez!


A realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016 pode trazer uma série de benefícios para o Brasil, em especial para o setor de turismo. A cobertura jornalística em todo o mundo colocará o país em evidência, o que constitui uma grande oportunidade de maior e melhor divulgação de nossos ativos turísticos e de elevação, de forma permanente, do fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil.


O segmento hoteleiro é composto de hotéis, pousadas e hospedarias que prestam serviços, basicamente, a turistas. Embora a maior parte dos investimentos e dos negócios seja efetuada no ramo dos hotéis, as pousadas e as hospedarias são responsáveis por uma signifi cativa parcela da oferta mundial de alojamento. Um empreendimento hoteleiro requer de três a quatro anos para o seu início operacional e mobiliza elevados volumes de capital para realizar os investimentos iniciais, de longo prazo de maturação.


Além disso, necessita de inversões adicionais e periódicas para manutenção e modernização das construções, sem as quais não é possível sustentar sua competitividade, o padrão de suas tarifas e seu nível de receitas. De acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), os hotéis precisam direcionar anualmente cerca de 1% a 5% de seu faturamento bruto para esses investimentos, além de promover reformas estruturais a cada 10 a 12 anos, com inversões de 20% a 30% de seu investimento inicial. 


Além dos requisitos de capital, a hotelaria também demanda muita mão de obra, tanto na etapa de construção como na de operação do empreendimento, quando emprega uma gama diversifi cada de profissionais para o atendimento das diferentes necessidades dos hóspedes e do próprio negócio. Atenção especial é prestada à qualificação desses profissionais, fator determinante da qualidade e da diferenciação dos serviços prestados.


No mercado internacional, os fundos imobiliários e os fundos de pensão constituem habituais investidores nesses ativos imobiliários de base hoteleira. Além disso, existe a figura do developer, um agente que identifica as oportunidades de negócio, mobiliza os investidores, viabiliza o empreendimento e se remunera, em geral, com uma parcela dos resultados operacionais.


Neste cenário de alto investimento em hotelaria no país, posso destacar a Hotusa que hoje é a maior rede de hotéis independentes do mundo, possuindo Centrais de Reservas em 8 Paises Europeus e da America Latina , para além de uma estrutura corporativa de comercialização e promoção das unidades hoteleiras contratadas , seja através de visitas diretas ao mercado, seja através de sistemas eletrônicos de vendas para canais ao Trade e à clientes corporativos. A Hotusa, conta hoje com mais de 50.000 agências e operadoras do mundo todo produzindo reservas 24h por dia para os hotéis contratados, além de integrações em redes de vendas online, operando cerca de 7.000.000 de reservas/ano com um faturamento global em 2010 de 450 milhões de euros.


Com todo este crescimento econômico pujante, o estímulo e a busca quanto à qualificação dos profissionais, tem sido crescente, uma vez que, em um mercado competitivo, apenas os melhores terão destaque, sobretudo em um país como o Brasil, que exige uma alta performance do executivo no tocante à logística das operações, uma vez que ainda temos como cenário atual: a ineficiência operacional. Ou seja, o Brasil não é mais lugar para amadores e empresas de fundo de quintal, chegou a hora de se profissionalizar e mostrar ao mundo a competência do nosso povo!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

COMO TRASNFORMAR BOAS E CRIATIVAS IDÉIAS EM NEGÓCIOS ATRAENTES.




As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se pode ver nem tocar.
Elas devem ser sentidas com o coração. Não devemos ter medo dos confrontos. Até os plenetas se chocam, e do caos nascem as estrelas.
Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais.
Charles Chaplin


Descreva um inventor. Logo virá à cabeça a figura de um sujeito de olhos esbugalhados, cabelos desgrenhados, a língua de fora – enfim, a imagem eternizada por Albert Einstein em suas fotos bem humoradas. Outros lembrarão do Professor Pardal, o cientista desligado dos gibis de Walt Disney, sempre às voltas com criações mal sucedidas. Nada disso. O inventor, em geral, é um pragmático, movido pela necessidade de resolver pequenos problemas do dia-a-dia e facilitar a sua vida. Com um pouco de planejamento e algum dinheiro, essa “sacada” pode se transformar em um grande negócio. Invenções milionárias tiveram seu berço em idéias simples. Décadas atrás, o membro de um coral religioso marcava os cânticos que entoaria com tira de papel. Como sempre caíam, resolveu usar um papelzinho com borda colante, desenvolvido por um amigo. Assim, surgiu o Post it, o produto da 3M que fatura hoje US$ 500 milhões por ano. “Passamos a vida criando soluções para dificuldades que temos”, diz Carlos Mazzei, da Associação Nacional de Inventores, consultoria de apoio a inventores. “Mas não percebemos que muita gente enfrenta o mesmo problema e pagaria para resolvê-los.”
Grande parte das invenções não nasce em laboratórios, mas sim em casa ou no escritório. “O primeiro passo é observar o problema. O segundo, perguntar por que ele ainda ocorre”.
Antônio Vieira de Lima, dono de uma empresa de comunicação visual, procurou duas grandes fabricantes para oferecer a patente de sua invenção, uma caneta com corretor líquido. A idéia nasceu na sala de aula de um curso noturno. Cansado de emprestar o corretor para os colegas esquecidos, “veio o estalo. Por que não juntar as duas coisas?”, raciocinou Lima. No dia seguinte, correu para uma papelaria e comprou todos os tipos de canetas disponíveis. Passou dias analisando uma por uma até chegar ao modelo que permitisse incorporar, na parte de cima, um recipiente para o líquido. Concluída a engenharia, Lima saiu à cata dos investidores. “Creio que neste ano, o produto estará no mercado”, diz ele. “Certas noites sequer consigo dormir à espera de uma resposta.”
A ansiedade é um dos maiores adversários de um inventor, afirma Mazzei. “Muitos criadores vêem seus próprios inventos como uma panacéia, solução para seus problemas financeiros”, diz ele. “Isso deve ser evitado porque a pressa prejudica a negociação com empresas interessadas. Outras vezes, ele superestima o valor de suas idéias.” Não há razão para isso, assegura ele. A patente tem validade de 20 anos. O prazo é contado a partir do pedido de registro, mas as empresas descontam uma “taxa de risco” do valor da patente devido ao caráter provisório. Esse abatimento chega a 50% no Brasil, porque aqui a concessão definitiva pode demorar até oito anos, contra seis meses de países como os Estados Unidos. O INPI, órgão responsável pela atividade, sofre dos males típicos do serviço público: falta de pessoal, carências de recursos, infra-estrutura precária, entre outros. “Por isso, o ideal é fechar um contrato de licenciamento da invenção por um ano”, aconselha Mazzei. “Depois desse período, empresa e inventor terão uma idéia mais precisa do retorno proporcionado pela invenção.”
“Uma idéia só é válida se sair de dentro da nossa cabeça”. O mundo está cheio de idéias. E a grande maioria das pessoas vai levá-las consigo até a morte devido à incapacidade de torná-las tangíveis, colocando-as em prática.
Temos o hábito de ficar esperando pelo mundo perfeito. Queremos controlar o ambiente e as circunstâncias, adotamos a hesitação como parceira e vemos o tempo escorrer pelas mãos e a frustração nos visitar.
Já imaginou se Jack Dorsey (criador do Twitter) tivesse deixado a “idéia de lado” ou comentado a algum conhecido menos destemido? Certamente seria um dos maiores fracassados dos últimos tempos. Sim, por que ver a idéia que você teve fazer sucesso pelas mãos de outra pessoa é um verdadeiro fracasso.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

PROGRAMA FIDELIDADE - UMA RESPONSABILIDADE DA EMPRESA COM SEU CLIENTE




Criar e manter um programa fidelidade é não tão simplesmente ver no mesmo uma forma vantajosa de preservar o cliente e aumentar seus lucros. Envolto em uma série de normas e com uma legislação muito clara, no que diz respeito à defesa do consumidor, ao criar um programa fidelidade as empresas tem que ter a convicção de que o programa não poderá simplesmente terminar de uma hora para outra e jamais poderá acarretar prejuízos para quem o utiliza.


Por um longo tempo, empresas acreditaram que, para conseguir a fidelidade do consumidor, bastava dar um cartão “maxiultramegaplus” e faze-lo juntar “7.654.932” pontos para trocar por um espremedor de laranja. Hoje, o esforço para fazer alguém ser fiel a um produto, loja ou serviço é mais complexo e exige um trabalho sofisticado por parte de quem vende. Afinal, uma relação de confiança é algo que se conquista.
Entender fidelidade como pré-condição e não como conseqüência é o primeiro erro da maioria dos programas de relacionamento. “Não adianta falar ‘se você ficar fiel a mim, dou isso e isso’. É algo posterior”, diz Alexandre Diogo, presidente do Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente. (IBRC)
Quem compra um produto ou contrata um serviço busca, em primeiro lugar, qualidade. Em segundo, um atendimento pós-venda rápido e eficiente. “As empresas conquistam mil clientes e investem em apenas dez pessoas para atender”, diz Diogo. Em terceiro lugar, segundo ele, é que entra o fator programa de vantagem.


O PROGRAMA DE FIDELIDADE DEVE:
1) dar todas as informações de forma clara
2) oferecer benefícios reais e alcançáveis
3) dar opções de escolha do bônus
4) ser conveniente na hora da retirada do bônus
5) ampliar a atuação na internet
6) prestar um bom e rápido atendimento ao consumidor
7) solucionar o problema do participante
8) oferecer benefícios que façam o consumidor se sentir especial
9) manter o maior número de pontos de contato com quem compra.
10) funcionar ativamente até o resgate total de todos os pontos por seus afiliados
......e não deve:
1) cobrar taxa de adesão
2) exigir a apresentação do cartão fidelidade
3) ter validade de pontuação ou milhagem
4) impor condições
5) ser sinônimo de oferta e fazer o participante concorrer a prêmios
6) rebaixar alguém de categoria
7) aprisionar o participante
8) ser cancelado sem o aviso prévio estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor que é de 60 dias


Em alguns casos a empresa resolve fazer alterações em seu programa fidelidade ou simplesmente cancelar um atualmente em vigor e substituir por um novo modelo. Vê-se no entanto que esta prática acarreta prejuízo ao consumidor, que muitas vezes tem seus pontos acumulados cancelados ou substituídos por outra forma de pontuação sem um prévio aviso.
Segundo o código de defesa do consumidor as empresas tem que informar seus clientes por meio de carta formal ou via e-mail, sobre o cancelamento ou alterações feitas no programa fidelidade num prazo de 30 dias de antecedência e ainda conceder à seus clientes 60 dias de prazo para que façam uso dos pontos acumulados no programa vigente, uma vez que o cliente não é obrigado a se manter no novo programa.
Veja abaixo um caso de condenação por má fé da empresa com seu cliente fidelidade.


O Banco Santander Brasil S.A. foi condenado pela 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a reativar o programa de fidelidade e a conceder à consumidora A.S.C., de Juiz de Fora, os pontos que ela havia ganhado pelo uso de um cartão de crédito. A empresa também deverá indenizar A. em R$ 5.450 pelos danos morais causados a ela pelo bloqueio de seu cartão. A decisão modifica parcialmente sentença de 1ª Instância.


A mulher, que é representante comercial odontológica, afirmou que havia acumulado 2.927 pontos no programa de fidelidade Clube de Super Vantagens, válidos até 23 de novembro de 2009. ?Como não havia prêmios disponíveis que utilizassem esse total de pontos e eu corria o risco de perdê-los, procurei a Central de Atendimento e solicitei a antecipação de bônus, que é oferecida pelo Santander, pedindo o envio de dois livros, de 2.100 e 2 mil bônus?, explicou A.


Entretanto o banco remeteu-lhe apenas um exemplar de ?O homem mais rico da Babilônia?, que equivalia a 2.100 pontos, o que representou para ela um prejuízo de 827 pontos. De acordo com a instituição, a antecipação dos pontos só era possível para os pontos que a correntista já possuía. Porém, a mulher alega que dispunha da quantidade necessária, pois efetuara novas compras no cartão, embora os pontos ainda não constassem da fatura.


O 6º artigo do Código de Defesa do Consumidor defende os direitos básicos do cliente e entre eles está a proteção contra a publicidade enganosa e métodos comerciais coercitivos ou desleais, ou seja, se prometeu tem de cumprir. E essa é a opinião unânime dos especialistas em defesa do consumidor. “Se a empresa se propõe a fazer esse tipo de contrato, ela tem de cumpri-lo em sua totalidade, respeitando prazos e normas estabelecidos no regulamento do programa”, disse a assistente de direção da Fundação Procon de São Paulo, Maíra Feltrin.